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O Ministério da Saúde e da Segurança Social assinou um memorando de entendimento com a Organização da Oeste Africana de Saúde, ontem, 14 de fevereiro, visando o estreitamento das relações de cooperação entre as partes. O ato antecedeu a conferência sobre “Situação Sanitária na CEDEAO: Respostas e Desafios e Investimentos em saúde, Segurança Sanitária e Desenvolvimento, promovida pelo MSSS.

Explica o Ministro da Saúde e da Segurança Social, que este acordo vai permitir a OOAS apoiar na instalação do Instituto Nacional de Coordenação e Vigilância das Doenças em matéria de prevenção e controlo das mesmas, “o que nos vai permitir trabalhar em rede com todos os laboratórios da região cujo centro encontra-se sedeada em Abuja, Nigéria” afirma.

Segundo o Diretor Geral da OOAS, a CEDEAO recomenda que 15 por cento (%) do orçamento do Estado de cada país seja destinado para o sector da Saúde, montante esse que não se aplica em estados desta região. “Com apenas 5% não será possível ter um nível de saúde bom e que resista as epidemias uma vez que a área requer muito investimento”, disse, frisando que ao investir no sector da saúde será possível eliminar as epidemias que afetam o desenvolvimento económico dos países.

A margem do encontro, o ministro da Saúde e da Segurança Social entregou à diretora Nacional da Saúde o Troféu da União Africana pelos resultados que o país alcançou na redução da taxa incidência e de mortalidade do paludismo e na luta contra a malária.

O galardão foi entregue à margem da 28ª cimeira da dos chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA), que decorreu nos dias 30 e 31 de janeiro, em Addis Abeba (Etiópia).

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